Esquerda tenta invadir Paulista com ônibus e mortadela e é barrada
O 7 de Setembro de 2026 já entrou para a história da mobilização conservadora em São Paulo. Enquanto dezenas de milhares de patriotas tomavam a Avenida Paulista ao lado de Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e o pastor Silas Malafaia para gritar “Fora Lula, Fora Moraes”, a esquerda tentou um contragolpe barato: encheu ônibus fretados de gente, distribuiu pão com mortadela e tentou invadir o ato para tumultuar. Não deu certo — e o flagrante, feito pelo deputado federal e delegado Paulo Bilynskyj, viralizou nas redes.
O flagrante de Paulo Bilynskyj: ônibus e mortadela contra o ato
Foi Paulo Bilynskyj — deputado federal do PL-SP, delegado e um dos nomes mais combativos da bancada conservadora — quem flagrou e denunciou o esquema. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, ele mostrou ônibus estacionados nas imediações da Paulista e sacolas com pão com mortadela, água e refrigerante sendo distribuídas a manifestantes de esquerda, segundo reportagem da Gazeta do Povo. A cena, tão simbólica que virou piada nas redes, expõe o de sempre: enquanto o público que foi à Paulista foi por convicção, o outro lado precisou ser aliciado com lanche e transporte pago.
“Essa foi a primeira vez que a esquerda se mobilizou para atrapalhar a nossa mobilização.”Paulo Bilynskyj, deputado federal (PL-SP)
O próprio Flávio Bolsonaro repercutiu a denúncia em sua conta no X, dando ainda mais visibilidade ao flagrante do deputado. A mensagem por trás ficou clara: fretar ônibus não substitui convicção nem multidão de verdade.
A tentativa de invasão foi contida
Segundo a Revista Oeste, ao menos 12 ônibus de viagem foram avistados nas proximidades da Paulista, com manifestantes de esquerda embarcando e desembarcando com mantimentos e cartazes de crítica ao governador Tarcísio de Freitas. O grupo tentou avançar sobre a via pela Rua Plínio Figueiredo e chegou a se aproximar do MASP e da Alameda Santos, mas foi contido pela Polícia Militar e pela Guarda Civil Metropolitana, que usaram bombas de efeito moral para dispersar a tentativa de tumulto.
Resultado: nenhum tumulto real chegou perto de atrapalhar o ato. A Paulista seguiu, do início ao fim, como palco da causa conservadora — não da confusão que tentaram armar.
Enquanto isso, a Paulista estava lotada
Mesmo sob chuvisco e apenas 14°C — clima que sempre esfria adesão de rua —, o levantamento por drone e imagem aérea do Poder360 contabilizou 34.200 pessoas na Paulista às 15h59, no auge do ato. É verdade que o número ficou abaixo dos cerca de 50 mil de 2025 e dos 60 mil de 2024, e que a expectativa dos organizadores, após a repercussão das mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, era de superar 100 mil. Mas quem esteve lá sabe: debaixo de chuva, no meio da semana, a Paulista voltou a ficar tomada de gente disposta a defender o Brasil — e isso vale mais do que qualquer número.
Ano
Público estimado na Paulista
2024
~60 mil
2025
~50 mil
2026
34,2 mil (Poder360, aéreo/drone)
Fonte: Poder360, levantamento por imagem aérea e drone (7/9/2026).
No palco, discursos de Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia, que organizou o ato, martelaram o mesmo recado: chega de Lula e chega de Moraes tutelando o Brasil. Flávio reafirmou o compromisso de encerrar o que chamou de “consórcio Lula-Moraes” e prometeu, se eleito, indicar cinco ministros ao STF — um recado claro de que a luta pela Justiça não termina nas urnas, começa nelas.
O episódio mostra que o campo conservador está incomodando
Quando o adversário precisa fretar ônibus e distribuir pão com mortadela para tentar tumultuar um ato, é porque sabe que não tem povo de verdade nas ruas. Cada tentativa frustrada de sabotagem acaba, na prática, reconhecendo a força da mobilização do outro lado. Foi assim na Paulista em 7 de setembro e a tendência é que continue assim até outubro, quando as urnas vão confirmar o que já apareceu nas ruas.
Quem ainda não conhece a Casa Bolsonaro mais próxima pode aproveitar o momento para se aproximar, se voluntariar e ajudar a organizar o próximo ato. Quanto mais gente engajada, mais difícil fica para tentarem calar o movimento com truques baratos como esse.
Conheça também os nomes que estão na linha de frente dessa luta em São Paulo na página de candidatos, incluindo o deputado que flagrou o esquema, Paulo Bilynskyj.
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