A menos de uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, vale parar e olhar para o que o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) já entregou em Brasília. Delegado de polícia por mais de dez anos e hoje presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, Bilynskyj construiu um mandato que combina três marcas raras juntas: é o deputado paulista que mais apresenta projetos de lei, é apontado como o parlamentar mais oposicionista de São Paulo ao governo Lula, e assumiu a relatoria dos principais projetos de proteção a quem defende a sociedade — das forças de segurança aos clubes de tiro.
O deputado mais oposicionista de São Paulo
Levantamento do Placar Congresso, plataforma independente que cruza dados de votações, requerimentos e posicionamentos de cada parlamentar para calcular um índice de oposicionismo ao governo, aponta Bilynskyj como o deputado de São Paulo com o índice mais alto do estado: 98,5% no período de 2023 a 2026, à frente de Kim Kataguiri (90,9%), a segunda colocação mais próxima.
Por trás do número está um trabalho de fiscalização constante do governo federal: 4.726 requerimentos de obstrução, 76 convocações de Ministro de Estado à Câmara e 117 requerimentos de informação apresentados ao longo do mandato. É esse tipo de atuação de bastidor — cobrando explicações, travando pautas ruins, convocando quem precisa prestar contas — que sustenta a linha de frente da oposição em Brasília, mesmo quando não vira manchete.
Recorde de produção legislativa
Com base em dados abertos da Câmara dos Deputados, Bilynskyj soma 4.079 proposições apresentadas no mandato e 65 relatorias assumidas — um volume de trabalho muito acima de qualquer outro nome da bancada paulista, seja de situação ou de oposição:
| Deputado(a) | Proposições no mandato |
|---|---|
| Paulo Bilynskyj (PL) | 4.079 |
| Bancada do PT em SP (soma) | 2.196 |
| Sâmia Bomfim (PSOL) | 724 |
| Kim Kataguiri (União) | 574 |
| Erika Hilton (PSOL) | 467 |
| Guilherme Boulos (PSOL) | 178 |
Ou seja: Bilynskyj apresenta quase o dobro de proposições que toda a bancada do PT em São Paulo somada — e mais de 22 vezes o volume do próprio Guilherme Boulos. O grosso desse trabalho está concentrado exatamente nos temas que mais importam para quem vota em segurança, no combate ao crime organizado, no direito à legítima defesa e na fiscalização do governo.
Ao lado de quem protege a sociedade
Como relator, Bilynskyj assumiu justamente os projetos que outros parlamentares evitam — os que tratam de proteger quem está na linha de frente da segurança pública. Entre os principais:
- PL 667/2025 — transforma guardas municipais em polícias municipais, com autonomia para atuar na segurança local; aprovado em comissão em outubro de 2025 e hoje na CCJ;
- PL 2160/2023 — reconhece a categoria dos agentes de trânsito e autoriza o porte de arma de fogo dentro e fora de serviço, com treinamento e fiscalização; já aprovado em todas as instâncias da Câmara e em tramitação no Senado, com parecer favorável da Comissão de Segurança em abril de 2026;
- PL 5664/2025 — cria pensão especial equivalente a 100% do salário integral para famílias de policiais civis, militares, federais, guardas municipais e agentes de segurança mortos em serviço; aprovado em comissão em julho de 2026;
- PL 5584/2025 — garante custeio de defesa jurídica pelo Fundo Nacional de Segurança Pública a policiais e bombeiros processados por atos praticados em serviço; aprovado na Comissão de Segurança Pública em maio de 2026;
- PL 1109/2023 — já regulamentou o porte de arma para guardas municipais da ativa e da reserva em todo o país, também sob relatoria de Bilynskyj.
É um retrato direto de prioridade: enquanto muito se fala sobre segurança pública nos discursos, Bilynskyj tem, na prática, assinado os relatórios que blindam juridicamente e financeiramente quem arrisca a vida por ela.
Defensor dos CACs e atiradores esportivos
A mesma lógica vale para o universo dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) e dos atiradores esportivos, um grupo que, segundo o próprio deputado, “não tem muitos parlamentares dispostos a assumir”. Bilynskyj relatou dois projetos centrais para essa categoria:
- PL 1038/2025 — trata do porte de arma para atiradores esportivos. A proposta original previa porte apenas para o nível 3, com 3 anos ou mais de Certificado de Registro (CR); Bilynskyj apresentou substitutivo reduzindo a exigência para o nível 1, com apenas 1 ano de CR, mantendo a exigência de comprovação de proficiência técnica e aprovação psicológica, sem taxas adicionais. Aprovado na Comissão de Segurança Pública em 24 de março de 2026;
- PL 3922/2025 — garante porte de arma para proprietários, dirigentes e associados frequentes de clubes de tiro legalmente constituídos, com a justificativa de proteger quem responde pelos acervos de armas e munições dos clubes e enfrenta risco no trajeto até eles. Aprovado na Comissão de Segurança Pública em 16 de dezembro de 2025.
A posição do deputado sobre o tema é direta: “dificultar o acesso do cidadão de bem ao porte legal não reduz a criminalidade”. Uma frase que resume o eixo de todo o seu trabalho nessa frente — menos burocracia para quem já é fiscalizado e treinado, mais foco no combate a quem de fato comete crime.
Um mandato para continuar: Vote 2247 Paulo Bilynskyj
Faltam poucos dias para o primeiro turno de 4 de outubro, e o retrato acima ajuda a explicar por que manter Paulo Bilynskyj na Câmara dos Deputados importa: é trabalho de bastidor, relatoria por relatoria, que garante avanço real para a segurança pública e para o direito à legítima defesa, sem abrir mão da fiscalização dura sobre o governo Lula. Quem quiser conhecer de perto essa agenda e apoiar a campanha na reta final pode visitar a Casa Bolsonaro mais próxima e conferir as demais iniciativas de mobilização da região.
Veja também o perfil completo de Paulo Bilynskyj e conheça os demais candidatos de direita que a nossa cobertura já apresentou.







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